sexta-feira, 10 de julho de 2009

Uma noite com Viagra!

Voltando à época do mIRC, em mais uma aventura inusitada, saí do Rio de Janeiro com destino a Marília (Oeste de São Paulo), de ônibus, para conhecer pessoalmente "R". Uma mulher de seus 40 anos, inteligente, bom papo. Havia um detalhe que apimentava esse encontro. Eu nunca tinha visto sequer uma foto dela.

Um amigo me levou em seu taxi até a rodoviária. No caminho, ele me perguntou se eu já havia tomado o Viagra, ao que respondi negativamente. Então ele tirou de seu bolso uma cartela com 2 comprimidos de 50mg cada um e me disse: "toma so a metade que já da um bom resultado."

Saí do Rio às 21:00h com chegada prevista em Bauru às 4 da manhã. De lá, peguei um outro ônibus para Marília. A viagem deveria durar umas 2 horas mas, com a quebra dele na estrada, acabou durando 6 horas.

Quando cheguei à rodoviária, encontrei "R" à minha espera. E, como todo Malandro é um cara de sorte, era uma bela morena. Nosso encontro já foi selado com um beijo na boca. Depois da recepção acalorada, fomos para a casa dela. Uma pessoa realmente especial. Mineira, morava há anos em Goiânia, estava em Marília por conta da filha mais velha, que fazia faculdade ali.


A noite chegou. Fizemos um churrasquinho regado a um boa garrafa de whisky. Quando o clima esquentou, eu, disfarçadamente, tomei metade do comprimido que meu amigo havia me dado. No quarto, não notei a menor diferença no desempenho. Pensei: deve ter sido porque bebi, o que não era recomendado ao usar o comprimido.

No dia seguinte, mais uma tentativa com a outra metade, sem beber nada alcóolico. Mais uma vez, nada mudou. Pensando que a "pílula da virilidade" não passava de uma farsa, no terceiro dia, tomei whisky e fumei um delicioso charuto. Mais uma vez, o clima começou a esquentar e, no auge da minha bebedeira, ingeri um comprimido inteiro de 50mg. Aí, sim, consegui sentir o poder do 'azulzinho'. Acabei com a "R", acabei comigo, cheguei a perder a coordenação motora de tanta exaustão. E tive de ouvir de minha parceira: "Se vira aí que eu não aguento mais. Me senti como um cachorro tarado querendo comer até as almofadas.


No dia seguinte, assim que acordei, a primeira coisa que ouvi foi: "O que houve com você ontem?". E, na maior cara de pau, respondi: "Não posso beber whisky e fumar charuto que fico assim atacado."


Usei o "azulzinho" outras vezes para tirar onda com as meninas, mas nunca mais tive essa reação avassaladora. Não me perguntem por quê. De qualquer forma, não recomendo seu uso sem absoluta necessidade e receita médica. Pode ser prejudicial à saúde. Eu apenas, como bom e curioso malandro, quis conhecer e explorar os efeitos da "pílula milagrosa". Não faço uso dele, pelo menos por enquanto. E espero não ter que apelar para a química no sexo por muito tempo.

3 comentários:

Uma PROFESSORA apaixonada.... disse...

Ma, só vc mesmo.... rsrsrsrsrsr
Um beijo,
Lu

Anônimo disse...

Teve uma vez q vc quase teve um piripack...isso vc não falou!!! Rs

Cris disse...

Eu chorei de rir kkkkkk,charuto com whisck essa é boa........