domingo, 28 de junho de 2009

A era Tivejo

Esquecendo mais uma vez a ordem cronológica, hoje vou pular do mIRC para a era do "Tivejo", programa do mesmo estilo, porém com áudio e vídeo. Frequentei-o apenas por pouco mais de 1 ano. Mas foi uma experiência que valeu muito.

Fui apresentado a ele por uma “amiga” do mIRC. Em poucos dias, fiz novos amigos. Logo com 2 semanas, tive a notícia do primeiro encontro ao vivo com o pessoal da sala que frequentava. Entre as pessoas de outras cidades, havia duas conhecidas minhas, de São Paulo, que não tinham onde ficar. E eu, gentilmente, ofereci minha casa. Tão logo chegaram, passei a ser o "tio" delas. À noite, fomos para o encontro, previamente marcado para aquele sábado em uma boate no centro da cidade.

Chegando lá, não conhecia ninguém. De íntimo, apenas o meu copo de "red label", sempre mantido em bom nível (ou seja, com doses avantajadas). Andava eu de um lado para outro quando, de repente, avistei uma linda loirinha, sentada sozinha com cara de: “o que é que eu estou fazendo aqui?”. Era a minha chance. Sentei-me ao seu lado e comecei a puxar conversa. A bela também era de São Paulo e, apesar de se manter na defensiva, parecia gostar da minha “malandra” abordagem. Continuei a investir, com a paciência de um exímio caçador. A noite já chegava ao fim, e ela ainda resistia às minhas investidas, fazendo questão de dizer, por repetidas vezes: "não vim aqui para ficar com ninguém." Até que, de repente, a musa esquiva tascou-me um beijo na boca, o que me deixou surpreso. Logo depois, nos despedimos e fomos embora, cada um para o seu canto. Dei meu cartão, mas sem muitas esperanças de que ela me ligasse.

Eis que, na noite de domingo, quando eu já dava por perdida toda a esperança de vê-la novamente, o telefone toca. Era ela. Disse que havia ligado para se despedir, pois voltaria para Sampa, no dia seguinte. A essa altura, minhas hóspedes, igualmente paulistas, já haviam partido. Aproveitei a oportunidade e convidei-a para tomar uma cerveja, convite que gerou um outro convite, desta vez para conhecer meu aquário. Nem preciso dizer mais nada, né?

A partir daí, foram 8 maravilhosos meses de ponte Rio/São Paulo. Dias e noites inesquecíveis: idas e vindas para Praia Grande, festas da sala, amigos especiais, que guardo até hoje com muito carinho.

As dificuldades do cotidiano, na época, acabaram por colocara um fim na nossa relação como homem e mulher. Mas nosso amor e amizade, Marisa, sempre serão eternos. Você é uma daquelas pessoas queridas que tem lote cativo em meu coração, conforme expliquei em post anterior.

Que Deus abençoe sempre os seus caminhos. Saiba que, enquanto estivemos juntos, fui muito feliz ao seu lado.

Abaixo, algumas poucas imagens registradas, pois as outras, mais importantes, estão registradas no álbum de nossos corações para sempre.

3 comentários:

marisa disse...

rs.. nada a acrescentar,a não ser
que vc é especial e vai sempre morar no meu coração.
obrigada por fazer parte da minha vida. beijão da Marisa !!

Uma PROFESSORA apaixonada.... disse...

É sempre muito bom termos pessoas especiais na história da nossa existência. Certamente, vc foi e será especial na vida de muitas outras que cruzarão o teu caminho.
Adoro vc!!!
Bjs

meraluz disse...

É sempre bom ter histórias bonitas pra contar, não é? E cada personagem é único. Cada um deles, à sua maneira, vai contribuindo para fazer de nós exatamente o que somos hoje e o que seremos amanhã.

bjs :*
Marcia